É comum as pessoas não pensarem sobre sua fertilidade por muitos e muitos anos, a não ser em como evitá-la. Mas aí chega o dia em que o casal decide ter um filho e, depois de um tempo tentando sem sucesso, começam a surgir várias dúvidas... Será que conseguiremos ter um bebê? Será que eu ou meu parceiro(a) temos algum problema? O que fazer agora?

Para ajudar vocês a encontrarem respostas para essas questões listamos aqui e esclarecemos algumas das principais dúvidas dos casais que estão tentando engravidar. Vamos lá!

Quando procurar ajuda médica para engravidar?

Antes de saber quando você deve buscar ajuda médica, é preciso entender o que é a infertilidade. A infertilidade é caracterizada quando um casal não consegue engravidar depois de um ano de tentativas sem proteção, ou quando a mulher não consegue levar à gravidez adiante até o parto.1

A hora certa de buscar tratamento com um profissional especialista em fertilidade depende, entre outros fatores, da idade da mulher. Recomenda-se internacionalmente que mulheres com 35 anos ou mais busquem ajuda médica especializada depois de tentar engravidar por 6 meses sem sucesso, enquanto mulheres com menos de 35 anos após um ano.2 Mas isso não significa que você não possa ou deva visitar um médico antes disso se suspeitar que algo não está bem.

Vale ressaltar também que homens e mulheres diagnosticados com doenças que possam impactar na sua fertilidade, como câncer ou endometriose3,4 (no caso delas), devem buscar um especialista em fertilidade, sempre que possível antes do tratamento dessas doenças. Mesmo que vocês não estejam pensando ou tentando engravidar agora, o especialista pode acompanhar o tratamento e recomendar o melhor caminho para preservar a fertilidade para o futuro.

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) disponibiliza aqui uma lista de especialistas associados, por cidade!

Afinal, de quem é o problema: meu ou do meu marido/minha esposa?

Quando um casal tenta engravidar sem sucesso, o problema não é de um ou de outro, é uma questão que o casal terá que superar junto pelo sonho de ter um bebê! Então antes de apontar o dedo e culpar o outro, sejam parceiros na busca por ajuda médica, diagnóstico e tratamento adequados que possibilitem que vocês engravidem o quanto antes. Questões culturais e históricas levam muitas mulheres e homens também a acreditar que o problema é sempre delas.

Embora o sistema reprodutivo da mulher seja mais complexo, os homens também podem ter problemas de fertilidade. Mundialmente estima-se que cerca de 15% dos casais tenham dificuldade para engravidar. Em geral, 50% dos casos de infertilidade nos casais atingem as mulheres, de 20 a 30% os homens e os cerca de 20 a 30% restantes são resultantes de fatores combinados que atingem homens e mulheres.5

Mas lembrem-se sempre: culpar o outro ou transferir a responsabilidade por não ter um bebê não vai ajudar vocês, ao contrário, só vai tornar ainda mais difícil realizar o desejo de ter um filho.

Quais tipos de tratamento podemos fazer para engravidar?

Ao contrário do que muita gente imagina, a grande maioria dos casais inférteis consegue engravidar sem ter que recorrer às técnicas de reprodução assistida. Em 85 a 90% dos casos, o tratamento se dá de forma convencional com medicamentos e cirurgia.6

Entretanto, há casos em que as técnicas de reprodução assistida como a inseminação artificial ou a fertilização in vitro são fundamentais. Somente a equipe médica que acompanha o caso de vocês pode avaliar as particularidades e recomendar o melhor caminho a seguir!

O que é fertilização in vitro e para quem ela é indicada?

Antigamente, a fertilização in vitro era indicada para tratar casos de infertilidades em mulheres que tinham bloqueio, dano ou ausência das trompas. Hoje, a FIV pode ser indicada para tratar diversas causas de infertilidade em casais, inclusive em casos quando a razão não é descoberta.7 Mães-solo e casais homoafetivos, por exemplo, também podem recorrer à FIV para realizar o sonho de ter um bebê.8

De forma bem simplificada, a FIV se inicia com a estimulação do ovário por meio de medicamentos para uma superovulação (maturação de muitos óvulos de uma vez só). Em seguida, esses óvulos são retirados e fertilizados com amostras de sêmen fornecidas pelo parceiro ou doadas. Por fim, os embriões gerados in vitro são colocados no útero da mulher para início da gestação. Os embriões também podem ser congelados para implantação futura.9

Qual a diferença entre o congelamento de óvulos e o congelamento de embriões?

O embrião é o óvulo já fecundado, ele está “pronto” para ser implantado no útero e gerar uma gravidez. No caso da fertilização in vitro, essa combinação do óvulo com o esperma acontece em laboratório.10 Muitos casais que buscam ajuda em uma clínica de fertilidade já estão tentando engravidar há algum tempo e querem um bebê o quanto antes. Apesar disso, há casais em diferentes situações e momentos da vida, que querem preservar sua fertilidade e manter a liberdade para tomar decisões no futuro sobre uma possível gravidez.

Mas como saber o que é melhor para vocês? Antes de tomar essa decisão, se informem sobre os prós e contras de cada opção. Considere, inclusive, que as coisas podem mudar e, eventualmente, você e seu(sua) parceiro(a) não estejam mais juntos no futuro, mas ainda queiram filhos – e nesse caso o congelamento de óvulos pode dar mais liberdade à mulher do que o congelamento de embriões (da mesma forma que o congelamento de sêmen para homens com infertilidade).

Não há uma resposta certa que se aplique a todos, mas essa decisão deve sim ser cuidadosamente pensada e discutida com o médico, mesmo por casais estáveis e felizes, uma vez que ela vai além de dilemas como o de uma eventual separação.

Quais as nossas chances de engravidar com uma FIV?

Nós do Fertilidade no meu tempo já fizemos um post inteirinho sobre esse tema, já que ele é fundamental tanto para quem está começando quanto para quem já está em meio à um tratamento para engravidar. A verdade é que é mais provável que vocês não tenham um bebê na primeira tentativa de fertilização in vitro (FIV) do que o contrário.11 Mas fiquem CALMOS! As chances aumentam a cada tentativa, ultrapassando os 60% de sucesso.11 Vale muito à pena ter acesso à essas estatísticas, principalmente para entender que ninguém é necessariamente culpado pelo insucesso de uma FIV (nem você, seu médico ou a clínica...), e que esse é um resultado possível. Acreditamos que saber disso o quanto antes pode ajudar vocês a seguirem o tratamento firmes e fortes e a terem um bebê o quanto antes!3

Qual o risco de termos muitos bebês depois de uma FIV?

De acordo com uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), no Brasil há um limite de embriões que podem ser implantados a cada ciclo de fertilização in vitro, o que varia de acordo com a idade da mulher. Para mulheres de até 35 anos o limite são dois embriões; mulheres de 36 a 39 anos podem implantar até três; e a partir dos 40 até quatro.7 Como a gravidez de gêmeos ou mais pode trazer complicações tanto para a mãe como para os bebês, diversas pesquisas têm avaliado os benefícios e as taxas de sucesso da implantação de um único embrião. E a boa notícia é que as perspectivas são positivas.12 Então fazer um tratamento de fertilização in vitro não significa que você obrigatoriamente terá uma gravidez múltipla – embora seja importante saber que isso pode acontecer, de acordo com o número de embriões implantados. Converse com seu médico e com seu parceiro(a), entendam os riscos, benefícios e taxas de sucesso das implantações únicas e múltiplas, para que vocês possam chegar a melhor decisão para o caso de vocês!

Referências

  1. NICHD. Infertility and Fertility. Disponível em https://www.nichd.nih.gov/health/topics/infertility. Acesso em 08/01/18 às 21:15.
  2. American Pregnancy Association. Fertility & Infertility FAQ. Disponível em http://americanpregnancy.org/infertility/fertility-faq/. Acesso em 08/02/2018 às 22:42.
  3. Fadhlaoui A, Bouquet de la Jolinière J, Feki A. Endometriosis and Infertility: How and When to Treat? Frontiers in Surgery. 2014;1:24.doi:10.3389/fsurg.2014.00024.
  4. Lambertini M, Del Mastro L, Pescio MC, et al. Cancer and fertility preservation: international recommendations from an expert meeting. BMC Medicine. 2016;14:1. doi:10.1186/s12916-015-0545-7.
  5. Agarwal A, Mulgund A, Hamada A, Chyatte MR. A unique view on male infertility around the globe. Reproductive Biology and Endocrinology : RB&E. 2015;13:37. doi:10.1186/s12958-015-0032-1.
  6. NICHD. What infertility treatments are available? Disponível em https://www.nichd.nih.gov/health/topics/infertility/conditioninfo/treatments. Acesso em 08/01/18 às 21:15.
  7. American Society for Reproductive Medicine. Assisted Reproductive Technology. Disponível em http://www.fertilityanswers.com/wpcontent/ uploads/2016/04/assisted-reproductive-technologies-booklet.pdf. Acesso em 25/02/18 às 21:17.
  8. Portal Médico – Conselho Federal de Medicina. RESOLUÇÃO CFM nº 2.121/2015. Disponível em http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2015/2121_2015.pdf. Acesso em 08/02/2018 às 23:15.
  9. NICHD. Assisted Reproductive Technology (ART). Disponível em https://www.nichd.nih.gov/health/topics/infertility/conditioninfo/treatments/ art. Acesso em 08/01/18 às 21:25.
  10. American Pregnancy Association. In Vitro Fertilization: IVF. Disponível em http://americanpregnancy.org/infertility/in-vitro-fertilization/. Acesso em 08/02/2018 às 22:42.
  11. Smith ADAC, Tilling K, Nelson SM, Lawlor DA. Live-birth rate associated with repeat in vitro fertilisation treatment cycles. JAMA. 2015;314(24):2654-2662. doi:10.1001/jama.2015.17296.
  12. Milne P, Cottell E, Allen C, Spillane H, Vasallo J, Wingfield M. Reducing twin pregnancy rates after IVF--elective single embryo transfer (eSET). Ir Med J. 2010 Jan;103(1):9-11.

Mas quais são as minhas chances reais de ter um bebê com a fertilização in vitro (FIV)?

Uma ampla e recente pesquisa mostrou que as chances de ter o bebê na primeira fertilização in vitro são de cerca de 30%.2 Isso significa, mais ou menos, que 1 a cada 3 mulheres consegue ter o bebê na primeira tentativa com FIV. Já no sexto ciclo de fertilizações in vitro, o número cumulativo mais que dobra, chegando a 65,3%. E vale destacar que essas estatísticas consideram mulheres de idades variadas, embora quanto maior a idade da mulher, menores são as chances de sucesso na primeira tentativa e ao longo de todo o tratamento.2 O estudo realizado com mais de 156 mil pacientes mostrou que mulheres que já tentaram três ou quatro ciclos de fertilização in vitro sem sucesso têm sim mais chances de ter um bebê em novas tentativas. E o número de mulheres que conseguiram ter um bebê continua subindo até o nono ciclo de fertilizações in vitro.2

Estudo britânico com mais de 156 mil mulheres mostrou que:2

Média considerando mulheres de idades variadas 29,5% tiveram o bebê no primeiro ciclo de FIV 65,3% tiveram o bebê até o sexto ciclo de FIV
A taxa cumulativa de mulheres que tiveram o bebê aumentou até o 9º ciclo de FIV

Mulheres com menos de 40 anos 32,3% tiveram o bebê no primeiro ciclo de FIV
68,4% tiveram o bebê até o sexto ciclo de FIV

Mulheres entre 40 e 42 anos 12,3% tiveram o bebê no primeiro ciclo de FIV
31,5 tiveram o bebê até o sexto ciclo de FIV

Mulheres com mais de 42 anos 3,7% tiveram o bebê no primeiro ciclo de FIV

Ok... Mas de quem é a culpa quando não dá certo?

A culpa, talvez, não seja de ninguém (nem sua, nem do seu parceiro, nem do médico ou da clínica que você escolheu...). Ou seja, não ter um bebê na primeira ou na segunda tentativa com FIV, por exemplo, é um resultado possível com esse tipo de tratamento, e não significa de forma alguma que você não terá um bebê na sua próxima tentativa ou que nunca terá um.

Olhando para o futuro

Mas saber de tudo isso, ter clareza sobre os percentuais e probabilidades infelizmente não vai te ajudar a passar por todas as etapas da FIV, especialmente se você não conseguir engravidar ou se tiver que vivenciar a dor da perda de um bebê (depois de tanta dedicação e de fazer absolutamente tudo o que está ao seu alcance).

Por outro lado, conhecer esses números pode te ajudar a tomar melhores decisões sobre se manter ou não em tratamento, tentar ou não mais uma vez. É claro que existem outras variáveis que influenciam nessa decisão, como a idade da mulher2 e até a condição financeira3, mas acreditamos que entender suas reais chances pode sim mudar a forma com que você e seu(sua) parceiro(a) encaram todo o processo da fertilização in vitro e suas perspectivas a cada ciclo.

Tenha em mente que esse é um campo da medicina que têm crescido e apresentado melhorias significativas observadas por médicos e pacientes.1

Referências

  1. Wang J, Sauer MV. In vitro fertilization (IVF): a review of 3 decades of clinical innovation and technological advancement. Therapeutics and Clinical Risk Management. 2006;2(4):355-364.
  2. Smith ADAC, Tilling K, Nelson SM, Lawlor DA. Live-birth rate associated with repeat in vitro fertilisation treatment cycles. JAMA. 2015;314(24):2654-2662. doi:10.1001/jama.2015.17296.
  3. C.M. Duffy, S.M. Allen. Fertility-preservation decision making among breast cancer patients: a qualitative study. Department of General Internal Med - Research, Brown University, Providence, RI; Department of Gerontology and Health Care Research, Brown University, Providence, RI. P- 326 Wednesday, October 21, 2009.

Muita gente já sabe que a fertilidade diminui com a idade e coisa e tal, mas nem todo mundo sabe que existem também outros fatores que podem interferir na capacidade de ter filhos.1 Escolhas de estilo de vida, como a alimentação, podem causar grande influência na saúde reprodutiva de mulheres e homens, contribuindo ou prejudicando com as chances de ter um bebê.2 Então, vale muito a pena prestar atenção na sua alimentação, especialmente se você está tentando engravidar!2,3,4

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, a infertilidade afeta cerca de 10% da população.3 Apesar de não termos controle sobre todas as causas da infertilidade, podemos escolher nossos hábitos alimentares, garantindo uma boa nutrição e um peso corporal saudável, tendo assim um impacto significativo na habilidade de conceber.2,3



A “Dieta da Fertilidade”: saiba como sua nutrição pode afetar suas chances de ter um bebê

Manter um peso corporal saudável traz benefícios à fertilidade e, consequentemente, aumenta as chances de uma gravidez.3 O ideal é que o índice de massa corporal (IMC) esteja entre 20 e 25.1 O sobrepeso pode alterar os níveis hormonais e levar a uma ovulação irregular.1,3 Já as mulheres que estão abaixo do peso podem apresentar ciclos menstruais irregulares1 ou até parar de ovular totalmente.3 Pessoas com alto risco de infertilidade são as que praticam exercícios físicos muito intensos e as que possuem desordem alimentar ou seguem dietas muito restritivas.3

Evite as “dietas da moda” que fazem seu corpo perder muitos dos nutrientes necessários para uma gravidez saudável.3 O mais importante é conversar com seu nutricionista para achar um plano alimentar que não só tornará seu corpo mais saudável, mas também ajudará sua fertilidade.3

Se você quer saber mais sobre sua fertilidade e como preservá-la, busque ajuda de um médico especialista, o chamado fertileuta. A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA)
disponibiliza aqui uma lista de profissionais capacitados, encontre um perto de você!

Dicas de alimentação: a “Dieta da Fertilidade”

Ter um cuidado especial com a nutrição é fundamental para melhorar sua fertilidade.4 Alguns nutrientes encontrados em certos alimentos contribuem com a produção de hormônios.4 Os antioxidantes que ajudam a proteger óvulos e espermatozoides de radicais livres também são encontrados em alimentos que comemos.4

A chamada “Dieta da Fertilidade” é um conjunto de hábitos alimentares que beneficiam a saúde reprodutiva.4 Ela inclui alimentos ricos em nutrientes necessários para a função hormonal, saúde dos óvulos e espermatozoides e até o desenvolvimento do feto.4

Os alimentos que fazem parte da “Dieta da Fertilidade” e que devem ser priorizados para quem deseja preservar ou melhorar a fertilidade, são:2

Alimentos frescos, naturais ou minimamente processados:2
Verduras, legumes4 e leguminosas: brócolis,4 rúcula, couve,4 agrião, espinafre,4 escarola, alface, cenoura, abóbora, chuchu, beterraba, abobrinha, berinjela, tomate, cebola, feijões,3,4 grão-de-bico,4 ervilhas e lentilhas.2,3,4
Cereais integrais:4 arroz,3 aveia, linhaça, gergelim, centeio, cevada, trigo e massas à base de farinhas integrais.2
Oleaginosas e óleos vegetais: nozes,4 castanhas,4 amêndoas, pistache, avelãs, oliva, canola, girassol, algodão, milho e gergelim.2
Produtos lácteos (principalmente queijos e iogurte) consumidos em quantidades moderadas.2
Proteína animal: peixes e frutos do mar em quantidades mais elevadas; carne vermelha em quantidades baixas; consumo médio de quatro ovos por semana.2
Frutas frescas (no mínimo, três porções de ao dia2): ameixa, romã, uva passa, mirtilo e morango.4

O que evitar: fuja dos alimentos que podem prejudicar a fertilidade

Assim como os nutrientes presentes em certos alimentos ajudam a fertilidade, outros podem ser perigosos para sua saúde reprodutiva.4 Entre os alimentos que devem ser evitados por quem está tentando engravidar estão:
Laticínios: queijos amarelos, leites e iogurtes com alto teor de gordura.2
Gorduras saturadas: banhas, manteigas e gorduras provenientes de produtos animais.2
Carboidratos refinados: pães, biscoitos doces ou salgados, macarrão, massas e cereais preparados com farinha refinada (branca).2
Doces industrializados, biscoitos recheados e produtos à base de açúcar refinado.2
Alimentos industrializados, enlatados, processados, congelados e transgênicos.2
Café4 e outros produtos cafeinados em excesso (mais de duas xícaras por dia).1
Açúcar refinado, refrigerantes e sucos industrializados4
Alimentos à base de soja.4

Fertilidade do homem


Não é só a mulher que precisa ficar de olho em sua alimentação.1,3 É importante que o homem também procure manter um peso corporal saudável e uma dieta balanceada para melhorar sua fertilidade.2,3 Isso porque a obesidade em homens pode alterar o nível de testosterona e de outros hormônios.1,3 Homens acima do peso ou obesos também costumam sofrer piora na quantidade, qualidade e motilidade dos espermatozoides.1,2,3

Uma dieta saudável deve incluir frutas e vegetais variados, os quais contém vitaminas, minerais e antioxidantes que ajudam na produção de espematozoides fortes.3

Mas a alimentação não é tudo: saiba sobre o congelamento de óvulos para preservar a fertilidade


É claro que, não importa o quão saudável é a sua alimentação ou se você está no peso ideal, a fertilidade tende a diminuir naturalmente a partir dos 35 anos.1,5 As mulheres nascem com um número limitado de óvulos e, a partir dessa idade, há uma grande diminuição de sua quantidade e qualidade.1,5 Assim, para quem deseja adiar a maternidade, é recomendado o congelamento de óvulos ou embriões como uma solução eficaz para a preservação da fertilidade.5

Referências

  1. Cidade Verde. Fatores que afetam a fertilidade feminina e você nem imaginava. Disponível em: https://cidadeverde.com/noticias/193476/fatores-que-afetam-a-fertilidade-feminina-e-voce-nem-imaginava. Acesso em julho de 2018.
  2. IPGO. Alimentação: como ela pode interferir na fertilidade. Disponível em: http://www.ipgo.com.br/nutricao-em-infertilidade/. Acesso em julho de 2018.
  3. Academy of Nutrition and Dietetics. Foods That Can Affect Fertility. Disponível em: https://www.eatright.org/health/pregnancy/fertility-and-reproduction/fertility-foods. Acesso em julho de 2018.
  4. Natural Fertility Info. The Natural Fertility Diet: How to Eat for Optimal Fertility. Disponível em: https://natural-fertility-info.com/fertility-diet. Acesso em julho de 2018.
  5. CRH. 5 coisas que toda mulher deve saber sobre congelamento de óvulos. Disponível em https://www.crhriopreto.com.br/single-post/2017/06/29/5-coisas-que-toda-mulher-deve-saber-sobre-congelamento-de-%C3%B3vulos. Acesso em julho de 2018.

BR/MULF/0718/0053 - JUL/2018